Total de visualizações de página

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Dois anos atráz Otília Martel publicou no fb uma interessante ...

... combinação de Friedrich Nietzsche e Dave Butcher ( fotógrafo ) que nos dá de presente assunto sério para meditar !Parabéns Menina ! Amizade constrói a humanidade , então é sempre assunto sério que devemos cultivar .Segue para vosso conhecimento e proveito essa publicação :


Otilia Martel
6 de janeiro de 2014 ·



À Amizade

Amizade, ó Deusa,
ouve, propícia, a canção
que agora nós cantamos à amizade!
Pra onde quer que olhem os olhos dos amigos,
repletos da ventura da amizade,
compassiva te aproximas,
aurora no olhar,
fiel penhor de eterna juventude
na mão sagrada.


Salvé, Amizade!
Primeiro alvorecer
da minha suprema esperança!
Ai, infindo
me pareceu muitas vezes o caminho e a noite,
a vida toda
sem fio e odiada!
Quero viver duas vezes
agora que contemplei a aurora e o triunfo
dos teus olhos,
ó Deusa amada!

Salve, Amizade,
garante do meu destino,
fiança e prelúdio do meu longínquo triunfo!
Pode o futuro esconder o pior,
dor e tortura e amarga inimizade.
Já não desfaleço,
que a minha vida continua triunfal,
e o meu entardecer vai brilhar infinito
ao teu sol.

de, Friedrich Nietzsche in "Poemas"
a págs 183/185 (edições Galaica – 1960)



Fotografia de Dave Butcher

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Curtir juntos aos 80 anos reminiscências ...

... de um passado vivido na Amizade de boa qualidade é sempre muito saudável ! Em recente reunião de Amigos que se encontram regularmente ao longo de uma vida de 80 anos a fora, o Roberto nos brindou com gostoso texto do Artur Xexéo.Amizade constrói a humanidade assim com alegria passo o belo e nostálgico texto adiante para deleite vosso . Bom proveito ! Segue o texto e um abraco fraterno... sem esquecer de um agradecimento ao Roberto pelo presente que nos deu  :.




PS :
Para os que tem dificuldade com zoom segue em outro formato o mesmo texto :

Nunca mais
Nunca mais vi ninguém pegando jacaré. Nem caçando tatuí. Nunca mais vou ver o Rio Doce
Nunca mais vi ninguém fumando cachimbo. Nem o pai do Pimentinha nem o Saci-Pererê. Aliás, quase não vejo mais ninguém fumando qualquer coisa.
Nunca mais vi ninguém pegando jacaré. Nem caçando tatuí. Nem soltando pipa em forma de gaivota na praia.
Nunca mais vi ninguém acompanhando corrida de submarino no Arpoador.
Nunca mais passei um fax. Nem mandei telegrama. Nem recebi carta. Ultimamente, não tem ninguém nem deixando recado na minha secretária eletrônica. Nunca mais vi ninguém comprando um cartão-postal.
Nunca mais vi ninguém comendo presuntada. Nem coquetel de camarão. Nem sanduíche de queijo com banana.
Nunca mais vi uma tolha de Linholene, aquela que parecia de linho.
Nunca mais vi ninguém revelando um filme. Nem criando uma comunidade no Orkut. Nunca mais ouvi ninguém falar do Second Life.
Nunca mais vi o Cine Pirajá. Nem o Cine Ju-rema. Nunca mais vi o Super Bruni 70.
Nunca mais vi ninguém brincando de polícia e ladrão. Nem de pera, uva ou maçã. Nunca mais vi ninguém jogando bola de gude.
Nunca mais tomei Mirinda. Nem uísque sour. Nem vinho Liebfraumilch, que vinha numa garrafa azul.
Nunca mais vi um Simca Chambord. Nem um DKW Vemag. Nunca mais vi um Renault Dauphine.
Nunca mais vi ninguém comprando um disco. Nem ouvindo walkman. Nem escutando fita cassete.
Nunca mais vi o Tabuleiro da Baiana. Nem o Palácio Monroe. Nem o prédio do Cassino Atlântico.
Nunca mais pus BomBril na antena para me-lhorar a imagem. Nunca mais vi antena. Nem seletor de canais. Nem botão de horizontal e vertical.
Nunca mais vi ninguém brincando de telefone sem fio. Nem de “a palavra é...”. E nem de te-soura.
Nunca mais vi “O fino da bossa”. Nem o “Corte Rayol Show”.
Nunca mais ouvi alguém dizer “pena que a TV não seja a cores”. Ou que “depois do sol, quem ilumina seu lar é a Galeria Silvestre”. Ou que “ninguém vende mais barato que O Mundo das Louças”. Ou que “o Príncipe veste hoje o homem de amanhã”.
Nunca mais vi um show do João Gilberto.
Nunca mais vi uma cédula de votação.
Nunca mais vi ninguém usando perfume Lancaster. Nem pomada Minâncora.
Nunca mais ouvi a música ciclâmen.
Nunca mais vi ninguém consultando uma enciclopédia. Nem o Aurélio. Nem o Houaiss.
Nunca mais vi um Electra II da Varig. Nem táxi com duas portas e sem o banco do carona. Nunca mais vi um cinema drive-in.
Nunca mais vi uma miss com maiô Catalina.
Nunca mais vi um filme de Tarzan.
Nunca mais vi ninguém com calça rancheira. Nem com sandália japonesa. Nem com blusa BanLon.
Nunca mais vi o meu autógrafo do Alberto Sordi. Nem o da Maysa. Nunca mais vi ninguém pedindo autógrafo.
Nunca mais vi uma máquina de escrever. Nem uma cama Dragoflex. Nunca mais vi ninguém usando lenços Paramount. Aliás, quase ninguém mais usa lenço.
Nunca mais vi ninguém dançando o sa-sa-ruê. Nem ouvindo o jequibau. Nem ensaiando o let kiss.
Nunca mais vi o anúncio da hora certa durante o intervalo comercial. Nem a previsão do tempo. Nem a temperatura.
Nunca mais vi um cinejornal.
Nunca mais vi uma ficha de telefone. Nem um catálogo telefônico. Nunca mais ouvi sinal de discar.
Nunca mais vi ninguém usando creme dental Kolynos.
Nunca mais vi uma caneta-tinteiro. Nem um estojo de lápis. Nunca mais vi um compasso. Ou uma régua T. Nunca mais vi um esquadro.
Nunca mais vi alguém dando aula de caligrafia. Nem de trabalhos manuais. Nem de Educação Moral e Cívica. Nunca mais vi um caderno com o “Hino Nacional” estampado na contracapa.
Nunca mais vi um filme de arte. Nem uma comédia sofisticada. Nunca mais vi uma chanchada.
Nunca mais vi ninguém usando uma lanterna.
Nunca mais vi ninguém jogando pif-paf. Nem escopa. Nunca mais vi ninguém jogando crapô.
Nunca mais vi um faquir.
Nunca mais vi um show no Golden Room. Nunca mais fui ao Teatro Alaska. Nunca mais fui ao Tivoli Park.
Nunca mais vi um ximbolê. Nem alguém brincando de “ordem... seu lugar... sem rir... sem falar...”. Nunca mais vi ninguém pulando amarelinha.
Nunca mais vi minha carteirinha de sócio do Clube dos Amigos de Lassie. Nem minha ben-gala do Bat Masterson. Nem minha calça Calhambeque.
Nunca mais vi um cachorro pequinês.
Nunca mais ouvi ninguém dizendo que vai botar pra quebrar. Ou que entrou pelo cano. Ou que tô contigo e não abro.
Nunca mais vi ninguém dançando de rostinho colado.
Nunca mais voei pela Varig. Nem pela Cruzeiro. Nem pela Panair. Nem pela Vasp.
Nunca mais vi uma sirigaita. Nunca mais levei um safanão. Nunca mais vi ninguém molhando o pão no café.
Nunca mais vou ver o Rio Doce
Artur Xexéo – o Globo em 22/11/2015

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A Amizade de que trato neste blog ...

é a que constrói a humanidade.  Amizade constrói a humanidade quando provém de corações que conhecem o Amor  com significado de perdão , solidariedade , ternura , serviço , mansidão ... etc  .A sociedade em que vivemos ainda... apesar de ser intitulada de Cristã... não produz tais virtudes naturalmente . É preciso encontrar o outro atravez de conversão . O Evangelho narra as parábolas do Senhor que visam converter os corações humanos de boa vontade ... são narrativas cheias de metáforas . Esse vídeo clipe que vos entrego segue essa didática para trazer ao alcance de muitos o conhecimento da grandiosa ferramenta que nos foi conquistada pelo senhor Jesus  ... a Eucaristia,  que é o centro da Missa Católica . O conteúdo místico encerrado nessa cerimônia passa muitas vezes a despercebido de muitos fiéis. Assim esse singelo video clipe pode ajudar a muitos se beneficiarem desse precioso presente que recebemos de Deus . A seguir publico o mencionado video clipe com meus agradecimentos ao meu filho Júlio Renato que o publicou em seu site no face :


O Grande Milagre
Veja o video clipe, e se situe face à necessidade de evolução de que carecemos como espécie haja visto o que sucede entre nós, e mundo afora, mas que poderia encontrar caminho se mudássemos de comportamento coletivo nas relações interpessoais . Ficam buscando outros caminhos de convivência mas parece que não encontram ... tudo indica que somente a Amizade do tipo construtivo serve como rota . fique com Deus , e até mais !


sábado, 22 de agosto de 2015

Deus queira que os azucrinóis da política se acalmem ...

... e nos deixem viver em paz nossas vidas ... o que sem dúvida é o que todos gostamos de fazer . Meu filho mais novo está nos visitando, e me pediu encarecidamente , que não fale de política enquanto convive conosco . Ele é músico, e tem um fino senso de bem viver ... assim concordei com ele ... e  além disto, li o artigo que o Arnaldo Bloch publicou hoje em O Globo (Para não dizer que não falei em política ) e ... concordei agora com os dois em que : A vida mental floresce, os os humores se estabilizam e a inteligência volta a agir quando se renuncia a entrar num debate sobre a situação atual do país . Amizade constrói a humanidade , é um lema deste blog ... então, minha concordância mencionada acima, fez - me sincronizar com este lema  tranquilizando o meu ser . Com tenho grande Amor pelos nossos irmãos peço encarecidamente aos políticos que acabem logo com esta zorra que está demais para quase todos nós . Sei que o País está sendo passado a limpo pela operação lava jato ... mas não se devia precisar de tanta pirotecnia política para se chegar ao termo desse embróglio ... está brabo , não se aguenta mais ! Para amenizar publico o pps a seguir que mostra como gostaríamos que as coisas por aqui fossem : Se os políticos se mancassem ... mas qual , vão mesmo é continuar pensando que estão abafando agindo como agem derramando suas tintas sem se lixarem para nós ! Tá então vamos seguir o conselho dos dois, e nem prestar atenção neles agora ... vamos deixar para a época das próximas eleições  ! Boa sorte !

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Quem tem um Rafael ...

... tem na família um grande músico que nos enche de orgulho Amizade constrói a humanidade então vamos construí- la partilhando com vocês um pouco do que recebo desse querido filho músico . Segue um videoclipe como amostra de sua atividade


Bom proveito Amigos !

sábado, 11 de abril de 2015

O Nosso Quotidiano: Não Sei - Cora Coralina.wmv ... irà sem dúvida ilu...

O Nosso Quotidiano: Não Sei - Cora Coralina.wmv ... irà sem dúvida ilu...:  ,,, onde se constroi o amanhã da humanidade A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania, o que prescinde de riqueza material ....

A liberdade exige o exercício ativo e pleno da cidadania

terça-feira, 22 de julho de 2014

Algo lindo sobre a Amizade !

Amizade constrói a humanidade .Passo a vocês o tesouro de sabedoria que minha querida Amiga Rose me enviou por E-MAIL . Grato por não me ter esquecido ... junto com ela partilho com os Amigos esse texto :

  "Tudo posso Naquele que me fortalece!"

Depois, 


Diz me o nome que te apareceu...achei a msg linda!



LÊ ATÉ AO FINAL. e ATÉ LOGO


Aprendi....que ninguém 
é perfeito enquanto não se apaixona. 

Aprendi....que a vida é dura 
mas eu sou mais que ela!!
 

Aprendi que...as oportunidades nunca se perdem 
aquelas que desperdiças... alguém as aproveita
 
Aprendi que... quando te importas com rancores e amarguras a felicidade vai para outra parte.



Aprendi que... devemos sempre dar palavras boas... porque amanhã nunca se sabe 
as que temos que ouvir.
 
Aprendi que...um sorriso é uma maneira econômica de melhorar teu aspecto. 

Aprendi que... não posso escolher como me sinto... mas posso sempre fazer alguma coisa. 

Aprendi que...quando o teu filho recém-nascido 
segura o teu dedo na sua mão tenta prendê-lo para toda a vida 

Aprendi que...todos, todos querem viver no topo da montanha... mas toda a felicidade está durante a subida. 

Aprendi que... temos que aproveitar da viagem 
e não apenas pensar na chegada.
 
Aprendi que...o melhor é dar conselhos só em duas circunstâncias... quando são pedidos e 
quando deles depende a vida. 

Aprendi que...quanto menos tempo se desperdiça... 
mais coisas posso fazer.
 
Esta é a semana da amizade
 
Mostra aos teus amigos que estás presente 

Manda este e-mail a todo os teus amigos, 
ainda que possa ser reenviado 

a quem te mandou...
 
Se o receberes de volta... tens muitos bons amigos