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quinta-feira, 7 de abril de 2011

A paz entre os homens é uma conquista , no Japão multimilenar ...

Somete a Amizade verdadeira , fundamentada no Amor , pode unir de verdade uma Nação ! Por isso acho que se deve valorizar mais as conquistas de povos irmãos nesse campo . O Japão passou por muitas crises em sua Hitória  , e outras Nações também . Porém o Japão sobreviveu à duas de proporções gigantes por terem origem em episódios nucleares  :  as bombas e agora o maremoto e as usinas . Somente um povo espiritualmente desenvolvido pode mostrar essa imprecionante atitude face à desgraça . Com permissão do Amigo que me enviou publico um depoimento comovente de  monja Budista , que elucida o assunto :






Japão , por Monja Coen



Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.



Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência .



Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar a serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?



Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.



Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.



A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem comodos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.



A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.



Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.



Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.



Não furaram as filas para assistência médica ? quantas pessoas necessitando de remédios perdidos- mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda- pés singelos, com pouquíssima água.



Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas deverduras, leite, da morte.



Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.



Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver .

Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelas minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.



Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.



O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.



Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias,

helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.



Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que somos um só povo e um só país.



Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.



Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.



Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.



Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.



Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.



Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.



- Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram.



E só posso dizer: todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com

elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Buda.



Mãos em prece (gassho).



Monja Coen

Fala com a autoridade de quem mostrou resultados , vamos aprender civilidade com quem pode ensinar  ! Parabèns Japão !





domingo, 3 de abril de 2011

Vamos cultivar esse sentimento nobre , a Amizade !

Num modesto gesto , procuro partilhar com vocês essas palavras que me enviou a Silvana Longen  , visando fortalecer a Amizade em toda parte do nosso mundo especialmente dentro das Famílias , inclusive da minha :

Procure mudar                         




Procure mudar suas atitudes e não espere a iniciativa de seu próximo.



Procure ter mais calma nos momentos de dificuldades. Quando surgir conflitos domésticos, não espere calma e compreensão dos outros.



A atitude mais coerente nos momentos de conflitos domésticos é manter a calma e jamais revidar as ofensas nos momentos de desordem.



Um provérbio coloquial diz que “Quem cala consente”. No entanto, na verdade, quem cala nos momentos de desavenças são sempre os verdadeiros vencedores.



Não te esqueças que em todo lar ha sempre conflitos, e cujos tumultos são gerados por desentendimento e da necessidade de reparação.



Recorde que todos vós sois almas errantes a caminho da culminância. Se o mundo é escola reparadora, o lar são provas que devereis prestar ao longo de vossa vida.



Relembre que as pessoas mais difíceis de convivência em seu lar são os professores para lhe instruir a ter calma, a não revidar as ofensas, e fazer com que avance sempre nos caminhos da humildade.



Jesus recomendou perdoar setenta vezes sete as ofensas. Para que seja um verdadeiro vencedor, perdoe setenta mil vezes sete cada ofensa.



Somente assim, passará por todas as provações e encontrará a verdadeira serenidade que tanto almejas.



Gema Casasanta. 29/03/2011







Para Refletir



sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mensagem de Conforto .

As vezes a tristeza cai sobre nos e a noite escura invade nosso coração , que fazer ... Se tivermos sorte algum Amigo notando nos dira palavras de conforto , é só o que podemos fazer ! Recebi de grande Amiga , Greice Macedo um conselho  quasi mágico :











quinta-feira, 24 de março de 2011

Vamos orar por Leda de Domenico Pinheiro minha AMIGA

Minha Amiga Leda de  Domenico Pinheiro está em aflição e pede nossas orações . Vamos atende -la independente de opção religiosa fazendo nossa oração às 12h no Brasil e a qualquer hora em outras Nações . Aos cristãos se pede um Pai Nosso  aos demais que sigam seus corações .